Consultas

Esclarecimentos sobre as consultas.
 
As consultas durante a terapia ocorrem, preferencialmente, uma vez por semana e têm duração em torno de 50 minutos.
O atendimento psicológico respeita o sigilo do paciente.
 
Atendemos a todas as idades.
No atendimento de adultos, as sessões ocorrem, preferencialmente, uma vez por semana. Em alguns quadros mais graves, pode ser indicado que o paciente compareça duas vezes por semana, nesse caso, sempre poderá conversar com a psicóloga sobre sua disponibilidade de tempo ou recursos. As decisões serão tomadas juntos.
 
Nos atendimentos realizados com criança, na primeira consulta deverá vir pelo menos um dos responsáveis pela criança, afim de trazer a queixa e autorizar o atendimento, pode ser mãe, pai, ou na ausência de ambos aquele é o adulto responsável legal e que tem mais conhecimento e aproximação afetiva com a criança. Após essa avaliação inicial, será iniciado o trabalho de consultas com a criança. No período de duas a quatro semanas, convidamos para a sessão novamente o responsável.
 
Nessa ocasião, conversamos sobre as mudanças já percebidas, fazemos nossas recomendações, perguntamos a impressão do responsável acerca de novos dados relevantes notados com a criança. O número de sessões é variável, dependendo da gravidade, da possibilidade de envolvimento dos familiares/escola, do empenho em seguir as ações combinadas. Durante esse processo de psicodiagnóstico a terapia age sobre comportamentos identificados como problema, sendo assim, as melhoras podem ocorrer desde a primeira sessão.
 
Em atendimentos realizados com adolescentes, é importante que venha acompanhado por um responsável ao menos na primeira consulta para autorizar o tratamento. Quando a vontade da terapia é sentida inicialmente pelo adolescente, este será atendido na maioria das sessões, em particular. Nesses casos, sob indicação da psicóloga, o responsável apresenta o assunto na primeira consulta e então já deixa o adolescente ter a interação com a psicóloga nessa sessão inicial, em privacidade.
 
Os familiares são envolvidos no processo somente se pertinente, sempre em combinação entre a psicóloga e o adolescente sobre o que será compartilhado. Excetuam-se dessa regra os casos em que o comportamento do adolescente pode causar prejuízo para si ou para outros. Quando a necessidade da terapia é percebida mais pelos responsáveis, eles podem ser envolvidos com mais frequência nas consultas, convidados a responder novas perguntas, a nos mostrar suas impressões sobre as mudanças que ocorrem.
 
A terapia de casal é desenvolvida com a participação de ambos em algumas sessões e, em outras, cada cônjuge é convidado a comparecer individualmente. É importante ressaltar que alguns assuntos de maior sensibilidade, primeiramente compartilhados individualmente, quando pertinentes ao desenvolvimento do casal, deverão ser abordados nas sessões do casal. Isso ocorre com a indicação da psicóloga e no momento em que há concordância com o cônjuge que foi ouvido.
 

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